Like face

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Trouble with Syllable Division?




Know some basic tips
A separação de sílabas em inglês não é algo que todos saibam (ou precisem) fazer. No entanto, prestando atenção á pronúncia das palavras e conhecendo algumas dicas básicas, nós, simples mortais, podemos nos arriscar a fazer algumas divisões silábicas de vez em quando.

know that ...
. cada sílaba pode conter apenas um som de vogal. Assim, o número de sílabas é igual ao número de vezes em que se ouve uma vogal.
. ditongos (ai, ay, ea, ee, oa, ow, oo, oi, oy, ou, ie, ei): são pronunciados em uma só emissão de voz.    

knowing how many ...
Para saber o número de sílabas
. deixe de lado as vogais mudas:            lov[e]    ros[e]
. considere o ditongo como 1 só vogal: rain   out   pie   door  

what to do ...
. divida antes de consoante única:    o/pen      le/gal
. mas, divida após consoante que finaliza o som da vogal:    Sat/ur/day  moth/er
. divida entre 2 consoantes :    din/ner    but/ter      con/tain
. divida após a 1ª de 3 consoantes:        mis/trust   ag/gres/sive
. divida após prefixos e antes de sufixos:    un/happy   farm/er   home/less 
. divida entre 2 consoantes dobradas pelo acréscimo de sufixos:   swim/ming   
                                                                                                           hot/ter
. divida entre as partes de palavras compostas:    super/hero    base/ball

what not to do …
. logicamente, não dividir palavras de 1 só sílaba:    thought   three   five  
. não dividir dígrafos (consoantes que formam 1 só som) th, sh, ch, ck, wh, ph:                                                                                              crick/et    fish/y    patch/y
. não dividir antes dos sufixos: able, -ceous, -cial, -cion, -cious, -geous, -gion,
                                          -gious, -ible, -sial, -sion, -tial, -tion, -tious.



Observe os grupos de palavras a seguir e verifique se, de acordo com as dicas, consegue identificar as razões para as (não) divisões silábicas.


1.  ate        true       day       see      
2.  tune    slope      noise     moose     
3.  truck    sock      stretch    twelfth 
4.  hap/pen               rab/bit             bas/ket            
5.  out/side                hap/pi/ness   faith/ful                     
6.  sail/boat               lip/stick          sports/car          
7.  haz/ard                 Sat/ur/day     pump/kin 


Cá entre nós, devo revelar que consigo ver a lógica de algumas das regras, mas de outras, nem tanto. Devo revelar também que as dicas que preparei foram super-hiper-ultra-maxi simplificadas.  Revelo ainda que deixei de lado inúmeras outras regras, todas com as respectivas exceções, além de pequenos detalhes como sílaba inicial, medial, final, núcleo da palavra etc etc etc!


Ainda assim, minhas dicas podem ajudá-los a resolver boa parte dos casos mas, quando em dúvida, não divida as sílabas ou consulte um dicionário!

Enjoy yourselves.
Elisabeth Prescher


Sources:

. Wilson, Barbara, Rules Notebook, p.16



Elisabeth Prescher é professora e autora de livros de inglês. Graduada em Letras pela Universidade Mackenzie e pós graduada em Educação Infantil pela FMU. Possui certificados de proficiência em inglês pelas universidades de Michigan e Cambridge. Passatempo favorito: escrever.
Contato: eprescher@gmail.com

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Curso intensivo no Brasil ou no exterior?



Recentemente um ex-aluno me perguntou se, para melhorar rapidamente seu nível de Inglês, seria melhor estudar alguns meses aqui no Brasil com um professor particular cerca de quatro a cinco vezes por semana ou fazer um curso intensivo de um mês num país de língua inglesa. A resposta, no entanto, não pode ser tão simples, do tipo “faça isso ou aquilo”, pois há vários pontos a avaliar.

Um intensivo de um mês no exterior ou alguns meses de estudo intensivo aqui no país vão ajudar, claro, mas não farão milagres. Aprender bem um idioma demanda tempo, e nenhum curso ou professor consegue acelerar demais esse processo. É lógico que dependendo da qualidade de ambos e, principalmente, do empenho do aluno, haverá um progresso mais rápido do que num curso regular, mas acredito que quase ninguém consiga “pular” de um nível básico para avançado em um curto período de tempo.

Fazer um intercâmbio no exterior é uma excelente maneira de estar mais próximo da língua e da cultura dos nativos e certamente traz uma riqueza que muitos cursos, por melhor que sejam, não conseguem oferecer aqui no Brasil. No entanto, antes de optar por um intercâmbio, é necessário avaliar a qualidade da escola, dos professores e se você não ficará numa sala de aula ou num quarto com muitos brasileiros, pois a tendência nesse caso será falar português. Além disso, é importante checar em que nível a escola o colocará, pois pode ser que você acabe “voltando” alguns níveis já estudados no país e não aprenda tantas coisas novas. Além disso, ao optar por uma viagem, é importante aproveitar para realmente vivenciar a experiência, e não ficar horas no computador conversando em Português com amigos e familiares aqui no Brasil.

Por outro lado, é perfeitamente possível aprender bem um idioma estudando no próprio país. Basta, novamente, escolher um bom curso/professor e dedicar-se com afinco. Não adianta querer fazer um curso intensivo se você não tem tempo para estudar fora da sala de aula ou se precisa faltar com frequência. É justamente a continuidade de um intensivo que torna o progresso mais rápido, pois você terá um contato muito mais frequente com o idioma do que num curso regular de uma ou duas vezes por semana.

Em qualquer caso, é importante pensar em manter o estudo a médio e longo prazo também. Mesmo quem fica um período maior estudando no exterior e, consequentemente, volta com um nível melhor do idioma, se não continuar praticando aqui a tendência é que, com o tempo, esse aluno fique “enferrujado” novamente. Quem faz um intensivo aqui no Brasil, da mesma forma, terá um rendimento melhor se continuar estudando uma ou duas vezes por semana após esse período. E só para lembrar, estudar não significa necessariamente ir para a aula e fazer exercícios. Podemos estudar lendo revistas, livros e jornais em língua estrangeira, assistindo a filmes sem legenda ou com legenda no idioma, ouvindo música com atenção, conversando com
nativos pela internet ou mesmo com os amigos brasileiros que também falam Inglês, enfim, é necessário pensar no estudo de uma língua estrangeira como uma atividade permanente e prazerosa e não como um curso para “acabar rápido”.


*Vanessa Prata é jornalista e professora de Inglês há mais de 12 anos. Formada em
Comunicação Social e pós-graduada em Tradução, possui os certificados FCE, CAE, CPE, TKT
e ICELT, da Universidade de Cambridge. Contato: teachervanessaprata.blogspot.com.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

O professor está pedindo silêncio…



Por vezes, e em muitos tipos de aula, muitos professores se esforçam para conseguir o silêncio e a atenção do grupo para que possam conduzir a aula de maneira proveitosa.

Penso que os professores que valorizam o silêncio e a concentração, apesar de muitas vezes incompreendidos por seus alunos, têm suas razões.

Não estou dizendo que uma aula deve ser um espaço de silêncio absoluto em que todos precisem se manter calados até que sejam convidados a falar.

Vivemos dizendo que o modelo de escola deve mudar. Temos testado novas formas de interagir com os alunos?

Nosso mundo está mudando rápido. Inúmeros assuntos parecem merecer a nossa atenção. Somos multi-tarefas com uma tendência (talvez um apelo enorme) para perder o foco. Falo de nossos alunos e também de nós, professores.

Por outro lado, uma aula pode e deve ser um espaço de troca, e esta troca será tanto mais rica quanto mais as pessoas envolvidas forem realmente ouvidas. Estamos realmente ouvindo o outro? Estamos focados no assunto? Somos colaborativos?

Imagino uma aula como um espaço em que, a partir de um assunto ou questionamento, ideias individuais fervilham e conversam com as ideias que vão sendo colocadas, e que com essa interação, outras ideias surgem num ciclo de construção, desconstrução e reconstrução. Entendo que em um processo como esse aprendemos todos, alunos e professores.

O silêncio, manifestado aqui não como a ausência da fala, mas como o respeito às ideias que estão sendo colocadas e a concentração do grupo naquilo que está sendo construindo em conjunto, pode trazer resultados mais ricos e elaborados.  A sala de aula como um celeiro de ideias, experiências e exemplos sendo colocados a teste.

Uma ideia demasiadamente romântica? Talvez, mas muito possível... Possível, se os alunos entenderem seu papel não apenas como receptores das informações vindas de seu professor, mas também como possíveis fontes de conhecimento e questionamento. Possível, se em vez de respostas trouxermos mais perguntas para as nossas aulas. Possível, se em vez informações prontas, pudermos encorajar raciocínio conjunto e descobertas coletivas. Talvez por esse caminho possamos ter alunos mais participativos em vez de alunos muitas vezes dispersos.

Como professores, temos razão em pedir silêncio e concentração, mas talvez os alunos também tenham razão em nem sempre corresponder a essas expectativas. Não tenho a pretensão de ter as respostas, mas acho bom pensarmos nisso... 


Tânia Regina Peccinini De Chiaro é graduada em Letras pela FFLCH e mestre na área de linguagem e educação pela Faculdade de Educação, ambas da USP. Como diretora da Link English Projects, desenvolve projetos corporativos de capacitação profissional para o atendimento de clientes estrangeiros em inglês e cuida da capacitação de professores. Tânia é autora de Inglês para restaurantes eInglês para hotelaria pela Disal Editora.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Estude no Canadá de GRAÇA!!!

Pessoal, a Disal está com uma novidade incrível!

Estudar no Canadá é o sonho de muita gente e a Disal vai dar uma ajudinha para você! Afinal, premiaremos* você com uma viagem de graça para a pessoa que mais frequentar os eventos que acontecem na Disal Matriz. (Acesse o link e inscreva-se já em nossas palestras! http://bit.ly/12QAICN)

Leia o regulamento completo, participe e boa sorte!!!


>REGRAS GERAIS – ESTUDE NO CANADÁ

CAMPANHA:

A Campanha “Estude no Canadá” é uma realização da Disal Distribuidores Associados de Livros, em parceria com a Bil Intercâmbios que premiará 1 frequentador dos Eventos Disal com 1 intercâmbio para o Canadá.

MECÂNICA

1. Quem assistir o maior número de palestras entre as 14 a serem promovidas no calendário maio, junho e julho de 2013 (confira a programação em www.disal.com.br/eventos), ganha o prêmio automaticamente.
2. Para assistir a palestra, é necessária a inscrição antecipada através de www.disal.com.br/eventos.
3. Haverá controle de entrada em cada uma das palestras, com visto do participante.
4. Se houver empate, o resultado final será determinado por sorteio entre os que empataram.
5. Para concorrer à viagem, os participantes previamente cadastrados nos Eventos Disal e conferidos na entrada das palestras, devem também preencher todos os campos contidos no formulário de inscrição que será disponibilizado pela Bil Intercâmbios a cada palestra.


PRÊMIO

1 Viagem de intercâmbio para o Canadá. Abaixo detalhes dos itens inclusos e não inclusos.

EM CASO DE EMPATE

Caso mais de 1 (um) frequentador tenha comparecido ao mesmo número de eventos, haverá sorteio apenas entre esses para determinar o ganhador do prêmio. O sorteio de desempate será no dia 17/07/2013 às 18h na sede da BIL Intercâmbios – Av. Paes de Barros 2609 – Mooca – São Paulo/SP – O sorteio será aberto ao público.

QUEM PODE PARTICIPAR

6. Todos os professores de idiomas ou estudantes de letras, maiores de idade, devidamente cadastrados junto à Disal, inscritos nos Eventos da Disal, calendário maio/junho/julho de 2013.
7. Os participantes não poderão solicitar a outros participantes para assinar a lista de presença em seu nome.
8. A tolerância de atraso para os eventos é de 5 (cinco) minutos.


INCLUSO NO PRÊMIO

1. 2 semanas de curso de inglês em escola canadense, localizada em Toronto, Vancouver, Victoria, Halifax ou Montreal, à definir.
2. 2 semanas de acomodação em casa de família com ½ pensão.
3. Passagem aérea de ida e volta saindo de GRU (em baixa temporada, consulte meses a seguir).
4. Taxa administrativa da BIL Intercâmbios.
5. Taxa de inscrição da escola canadense.
6. Taxa de colocação em acomodação.
7. A cidade de destino será definida pela BIL Intercâmbios até 5 dias úteis após o sorteio. A informação será fornecida ao ganhador via e-mail.


NÃO INCLUSO NO PRÊMIO

1. Material didático (se aplicável)
2. Transfer de chegada e saída nos aeroportos
3. Transportes de/para casa de família de/para escola
4. Despesas com passaporte e visto
5. Taxa de embarque
6. Seguro acidentes e seguro viagem
7. Despesas pessoais
8. Outros itens não mencionados em “INCLUSO NO PRÊMIO”


DATA DA INSCRIÇÃO E DATA DA VIAGEM

1. O ganhador deverá preencher até 10 dias úteis após a divulgação final do resultado o documento Ficha de Solicitação de Inscrição, que será disponibilizada pela BIL Intercâmbios.
2. Ao preencher o documento, o ganhador deverá escolher as datas para iniciar e terminar seu curso. O início deve ser até 31/07/2014.
3. No caso de não haver lugar disponível na data desejada, outra data deve ser escolhida pelo ganhador (dentro do prazo mencionado), até que uma data confirme disponibilidade.
DIVULGAÇÃO DO GANHADOR

1. Através do site www.professorparceiro.com.br.
2. Através do Facebook do Professor Parceiro.
3. Através do Twitter do Professor Parceiro.
4. Através de 3 tentativas de ligação telefônica ao ganhador (números fornecido para a Disal).
5. Através de 1 e-mail a ser enviado para o ganhador.
6. Através de uma correspondência com A.R. a ser enviada ao ganhador.
INFORMAÇÕES IMPORTANTES

1. No caso de sorteio para desempate serão criados cupons para cada participante, reunidos em uma única urna centralizadora, onde serão várias vezes misturados e subtraído 1 único cupom.

2. No caso do ganhador não ser encontrado até o prazo de 2 dias úteis após a divulgação final do resultado, ou não se manifestar até esta data e/ou não quiser/puder viajar, não haverá novo sorteio. O mesmo acontecerá se ele não escolher uma data de início do curso dentro de 10 dias úteis após a divulgação final do resultado.

3. Os organizadores desta promoção não poderão ser responsabilizados por impossibilidades técnicas e pelas falhas comuns em ambiente de internet que porventura afetem o desenvolvimento desta promoção, tais como, sem se limitar a falha em equipamentos, de energia ou transmissão e/ou mau funcionamento eletrônico de qualquer rede utilizada pelo participante, "hardware" ou "software", impedindo a disponibilidade e acesso à Internet e demais falhas técnicas que possam ocorrer durante o processamento das inscrições.

4. A participação nesta promoção caracteriza a aceitação total dos termos e condições deste regulamento.

5. O participante será excluído automaticamente da promoção em caso de fraude comprovada, podendo ainda responder por crime de falsidade ideológica ou documental.

6. A BIL INTERCÂMBIOS não será responsável pelas multas decorrentes de emissão de novos bilhetes aéreos caso ocorra atrasos por parte do contemplado e isso impossibilite os embarques na data da viagem, problemas com excesso de bagagem, ressarcimento por danos físicos ou patrimoniais, ocorrências policiais, exigências ou determinações por parte de autoridades, acidentes ou quaisquer outros sinistros que possam vir a ocorrer com o contemplado ou causados por ele durante o usufruto do prêmio. No caso do ganhador cancelar sua passagem aérea (já emitida pela BIL Intercâmbios), as taxas e multas serão cobradas do mesmo em forma de boleto. 7. As dúvidas e controvérsias originadas de reclamações dos participantes desta promoção deverão ser dirimidas com a BIL INTERCÂMBIOS.

8. Após a entrega do prêmio, a BIL INTERCÂMBIOS não se responsabilizará por incidentes sofridos pelo contemplado, tais como danos físicos ou patrimoniais, ocorrências policiais, exigências ou determinações por parte de autoridades, acidentes ou quaisquer outros sinistros que possam vir a ocorrer com os próprios ou terceiros.

9. O prêmio é pessoal e intransferível. Em nenhuma hipótese, o prêmio poderá ser trocado por qualquer outro de igual valor, ou ter seu valor correspondente convertido em moeda corrente. Mesma regra se o ganhador for uma pessoa menor de idade ou não tiver visto emitido.
10. Fica estabelecido que somente deverá ser levado em consideração as regras publicadas neste documento desconsiderando qualquer outro documento, site, e-mail, etc.

11. As épocas de baixa temporada são março, abril, maio, junho, agosto, setembro, outubro e novembro. Nestes meses também é comum os feriados locais ou do destino serem considerados de alta temporada.

12. No caso do ganhador desejar utilizar o prêmio em alta temporada o mesmo deverá pagar a diferença tarifária. Além disso deve entender que a procura por passagens para meses em alta temporada é grande e pode não haver disponibilidade.

13. Fica terminantemente proibida a participação de funcionários das empresas (e de suas associadas) envolvidas no Concurso, seus ascendentes, descendentes e cônjuges, bem como das agências envolvidas na elaboração e promoção desse Concurso.

14. A DISAL não assumirá nenhuma responsabilidade em decorrência do não fornecimento pelos participantes de informações necessárias à entrega dos prêmios ou do fornecimento de informações incorretas, imprecisas ou incompletas, que impossibilitem a entrega dos prêmios. O cadastro do participante só será considerado válido se todas as informações contidas nele forem comprovadamente corretas, verdadeiras e identificarem uma única pessoa física.

15. Os participantes expressam sua permissão para que a DISAL e a BIL INTERCÂMBIOS façam uso gratuito de suas respostas, nome, fotografia, voz, imagem, preferências e/ou de qualquer declaração de sua autoria acerca da promoção e/ou da premiação, para uso exclusivamente promocional, ligado à publicidade, propaganda e atividades promocionais desta campanha, ou de qualquer outra promoção futura da DISAL e da BIL INTERCÂMBIOS, em todo e qualquer meio/veículo de comunicação hoje existente ou que venha a ser desenvolvido no futuro (incluindo, sem limitações, impressos, publicações, televisão, rádio e Internet), no Brasil ou no exterior.

16. Fica desde já eleito o foro central da comarca de São Paulo com plena concordância de todos os participantes, para solução de qualquer pendência da promoção aqui prevista.


What are bedroom eyes?

Continuamos com as partes do corpo, hoje com eyes. Comecemos com as colocações nominais – substantivo + substantivo, como vocês já sabem.

Aqui está a primeira: bedroom eyes. Mas não se trata de olhos de quem acaba de acordar. Muito pelo contrário! Vejam os exemplos:





 His office mate was a soldier with a glass eye. 


Outros são perspicazes. Por exemplo, em português temos “olhos de lince” e “olhos de
águia”, enquanto em inglês temos apenas eagle eyes: sg = olhar “ter olho para”:


      ·       He watches the commotion around him with eagle eyes.
·       Anyway, how did you escape Mom's eagle eye?
·       She had a big reputation in her family as the girl with the eagle eyes.
·       COLLEGE BASKETBALL Skinner has an Eagle eye for talent.
·       Her typist kept an eagle eye for errors and maintained her good humor.
·       He praised the eagle eye of the illustrator who caught every shift of fashion as soon as it
occurred.

E quando se lança um olhar nada amistoso? Observem a expressão toda:

·       One night my mother gave me the fish eye after dinner and told me to skip dessert.
·       Marie gave him the fish eye.
·       Stanley gives Charlie the fish eye as he returns.
·       They had all stopped talking and given him the fish eye.

Aliás, ter fish eyes não é nada elogioso:

·       His eyes were like fish eyes -- staring and blank and very, very cold.
·       Now this look, the dead fish eye look, is not a bump.
·       Young people, by and large, do not have dead fish eyes.

Mas fish eye também pode ser um termo na Fotografia. A fish eye lens é uma lente especial que
produz imagens como as abaixo:

…but there's also a fish eye lens and macro lens.













Ou pela cor. Pode até virar título de canção:
  
Emerald Eyes, de Eric Johnson. Aqui vai o trechinho:

Emerald eyes I see you somewhere
Why your eyes so blue?
Love can be like holding your breath
Is that the way fools do?


Eric Johnson (born August 17, 1954) is an American guitarist, songwriter, and vocalist from Austin, Texas. Best known for his electric guitar skills, Johnson is also a highly proficient acoustic, lap steel, resonator, and bass guitarist as well as an accomplished pianist and vocalist. He won the 1991 Grammy Award for Best Rock Instrumental Performance (Wikipedia)


E por fim, uma colocação que pode ser traduzida de várias formas, mas que quer dizer “estar na
mira do público”, “estar publicamente em evidência” ou, como se diz hoje “estar na mídia”:

·          I was aware our family was in the public eye, but I wasn't used to having strangers swarming all over our home.
·          But this is the first time in 13 years he's been in the public eye.
·          He withdrew from the public eye, re-emerging only in the 1970s to speak out for environmental conservation.


Para finalizar, algumas colocações verbais. As primeiras tem o sentido de “por os olhos em
alguém”.

      ·          Michael had adored Dauphine from the moment he laid eyes on her. 
      ·          I still remember the first day I laid eyes on you. 
      ·          Do not set eyes on this young man again. 
      ·          He'd been wildly attracted to her from the very moment he'd first set eyes on her
      ·          The minute I set eyes on the script I knew you were the # one. 

O sentido desta fica claro com a ilustração abaixo:

      ·                 Dom scrupulously ignored the driver; he would not make eye contact.
      ·                 She looked around, but didn't make eye contact with me.
      ·                 They're texting, and I notice people don't make eye contact as much anymore.
      ·                 I try to make eye contact, but she refuses to look at me



Esta também é interessante e significa “fitar, encarar”:

      ·                 Charlotte locked eyes with Curtis but didn't say anything. 
      ·                 Nan and Ina locked eyes, each daring the other to enter. 
      ·                 Hank turned to Mack, and they locked eyes. 


Para terminar, aqui vai uma expressão idiomática que significa “concordar”:

And yet, they don't see eye to eye on how to handle this situation.
This is one of those areas where the Republicans and the president see eye to eye.
The two presidents seemed to see eye-to-eye in their condemnation of the North Korean attack.
Even though we don't always see eye to eye she's still my sister.

Até a próxima!




Stella E. O. Tagnin: Professora Associada do Departamento de Letras Modernas, FFLCH, da USP. Embora aposentada, continua orientando em nível de pós-graduação nas áreas de Tradução, Terminologia, Ensino e Aprendizagem, sempre com base na Lingüística de Corpus. É coordenadora do Projeto CoMET.
e-mail: seotagni@usp.br


sexta-feira, 3 de maio de 2013

USE MOVIE TRAILERS TO TEACH ENGLISH

            Using movies and movie segments is great for teaching English and it’s also a good way to encourage students to start watching movies on their own. One of the challenges we face, however, is how to choose the appropriate movie or movie segment. Many times a short scene from a movie, without any context, may be difficult to understand.

            A couple of years ago, at a BRAZ-TESOL congress, I learned with André Botelho and Carolina Stancati to use movie trailers in the English class. This is a very good idea because movie trailers are always short and pretty easy to understand. Since they are short, you can watch them many times. They are usually good, because they usually show the best scenes of the movie. Even when the movie is bad, the trailer is usually good.

            Watching movie trailers is good, because you can have an idea of the movie plot and you can also learn a lot of movie vocabulary.

            You can find movie trailers on youtube by writing movie trailers in the search box. Here are just a few examples:

Django Unchained



Iron Man 3



Monsters University



The Great Gatsby



Les Misérables

       

            Encourage your students to watch movie trailers. You can prepare lots of activities about them. You can ask them to tell you the story of the movie. You can ask them to predict what happens in the story. You can ask them about the cast and crew of the movie. You can ask them if they would like to see the movie or not and why. Just use your creativity and you’ll have a lot of material to work on.
            Another great advantage of using movie trailers is that there is always something new and there is great variety so it is easier to find something that your students will like.




Carlos Gontow is an English teacher, actor and teacher trainer. He has had about 25 years of experience teaching children, teenagers and adults. He’s involved with teaching English through theater, games and songs. He’s the author of the books “The Classroom is a Stage – 40 Short Plays for English Students” and “101 Dicas Para Você Aprender Inglês Com Sucesso,” both published by DISAL. He’s also the author of the blog “Dicas Para Aprender Inglês” 



quinta-feira, 2 de maio de 2013

SPOKEN ENGLISH AND MLE


We are all fully aware of the importance of exposing learners to the whole gamut of varieties of spoken English, especially the most distinctive ones used worldwide such as British, American, Australian and Indian English. Learners not surprisingly have enormous difficulties understanding the many different ‘Englishes’ that are spoken in all the five continents in the world. If we now consider for a moment just the English in the UK with its vast diversity of dialects, sociolects and accents it is a wonder that learners of English manage to understand anything at all. Even I myself as a native English speaker have difficulty understanding sometimes!

Languages are, of course dynamic, and accents are changed and created all the time, often at a surprising speed. A significant development emerged in England in the late 20th century and has progressed astonishingly quickly. The new voice of young people is called MLE, which stands for Multicultural London English. MLE is a way of speaking that has become prevalent in England, especially among young people in London and the south of England, but it is also an accent that is rapidly spreading around the country.

Cockney is the variety of English traditionally associated with working-class Londoners born in the East End of London in an area covered by "the sound of Bow Bells". But Cockney appears to be losing ground to Multicultural London English and slowly being eased out. As the name suggests, MLE is spoken by people of all ethnic backgrounds and has strong multicultural influences, and a mix of sounds from places as diverse as the Caribbean, Asia and Africa.

Here are just a few of the specific features of Multicultural London English.

1. Both MLE and Cockney use Th-fronting – i.e. the TH is pronounced as F or V. So maybe we should cut our young students some slack if they pronounce the th as f or v. They’ll sound really cool to other young people in the UK!

2. MLE has maintained some other elements of Cockney, but interestingly, has reversed the H-dropping, so characteristic of the Cockney pronunciation. MLE pronounces the H at the beginning of a word.

3. All tag questions are limited to ‘isn’t it’, often reduced to ‘innit’. If the trend continues, we may soon be able to stop teaching all those difficult question tags.

4. The past tense of the verb ‘to be’ uses only ‘was’ for all persons and ‘weren’t’ for the negative. So all we are left with is – ‘I was, you was, he was, we was, they was’ and in the negative – ‘ I weren’t, you weren't, he weren’t etc. So much easier, innit?

5. Vowels in MLE are more like monophthongs and speakers move the mouth much less. This is good news for lazy speakers and teenagers who tend to move their mouths less when speaking.

It is an incredibly exciting time to be exploring accents in the UK, with ethnic and multicultural influences all around the country. Young people in the UK have grown up being exposed to a mixture of second-language English and the local English, and new varieties are emerging from that mix. It is also fascinating to see how these changes have occurred so quickly during only one generation.



Jack Scholes has a first degree in German/Russian from Liverpool University, a Post-Graduate Certificate in Education and EFL from London University, and he is also a Licensed Master Practitioner of Neuro-Linguistic Programming. He has over 40 years experience in ELT and is now a freelance writer, trainer and ELT specialist.


segunda-feira, 29 de abril de 2013

How do you say ……. in English?


A gota d’água - The last straw
When Fred showed up late for work for the third time in a row, his boss told him that it was the last straw and that he would have to fire him.
Quando Fred chegou atrasado ao trabalho pela terceira vez seguida, seu chefe lhe disse que aquilo era a gota d’água e que ele teria de despedi-lo.


>> Essa é a expressão perfeita para quando chegamos a uma situação-limite, daquelas em que não é mais possível tolerar algum acontecimento ou fato desagradável que vem se repetindo. Observe que a expressão completa “A gota d’água que faz o balde transbordar” tem sua equivalência em inglês em The last straw that breaks the camel’s back (A última palha que quebra as costas do camelo).


Cambista - Scalper
Tickets were sold out at the ticket office, and we had no other choice but to spend more money and buy them from a scalper.
Os ingressos estavam esgotados na bilheteria, e não tivemos escolha senão gastar mais e comprá-los de um cambista.

Fazer as pazes - To make up

After their big fight, the young couple kissed and made up.
Depois da briga feia, o jovem casal se beijou e fez as pazes.

Agiota - Loan shark
You’d be a fool if you borrowed money from a loan shark. Why don’t you go to a bank?
Você seria tolo se pegasse dinheiro emprestado de agiota. Por que você não vai a um banco?
>> Vale a pena lembrar que a palavra shark significa literalmente “tubarão”. O título Jaws (nome original de Tubarão, o famoso filme do diretor americano Steven Spielberg) fazia referência às mandíbulas (jaws) protuberantes daquele animal.


Dente do siso - Wisdom tooth
Josh needed to have one wisdom tooth removed about a year ago.
Josh precisou extrair um dente do siso há mais ou menos um ano.
>> Os dentes do siso só crescem quando nos tornamos adultos e, talvez por isso, mais sensatos. Lembre-se de que tanto “siso” quanto wisdom significam “sensatez”.


Estar de castigo - To be grounded
Steve can’t go out and play today. He is grounded.
Steve não pode sair para brincar hoje. Ele está de castigo.


                     

Referência: How do you say ... in English? e Como se diz em inglês?
Autor: José Roberto A. Igreja       



José Roberto A. Igreja has a BA in English and Literature from PUC/SP. He is the author ofFale tudo em Inglês nos Negócios!Como se diz em inglês?; How do you say ... in English?; Say it all in Brazilian Portuguese!; Fale Tudo em Inglês!; Fale tudo em Inglês em Viagens!;Falsos Cognatos - Looks can be deceiving! and False Friends. He´s also the co-author of English for Job interviews!Fale Inglês como um Americano; Phrasal Verbs; Essential Phrasal Verbs; American Idioms! and Essential American Idioms, all published by Disal Editora.
E-mail jr@dialectoenglish.com.br


Por que mudamos a maneira na qual falamos?

Por que mudamos a maneira na qual falamos? Na Inglaterra a questão do sotaque sempre foi muito importante. Independente do lugar onde você nasce na Inglaterra, a RP, a Received Pronunciation, a pronúncia necessária para ser recebida na “boa” sociedade, às vezes chamada o inglês da rainha Elizabeth, o inglês da BBC, ou o inglês de Oxford e Cambridge. Por outro lado, os sotaques regionais, das grandes cidades industriais, o Scouse, de Liverpool, o Geordie, de Newcastle, o Brummie, de minha cidade de Birmingham; o Mancunian, de Manchester, e o Cockney, de Londres, têm muito baixo prestígio. Assim, ninguém vai ter nenhuma confiança num médico ou advogado que fale Cockney ou Brummie. E dificilmente um professor com acento Scouse teria qualquer credibilidade para com seus alunos. Mas, por outro lado, quem fala com sotaque RP pode dar a impressão que só pensa na carreira e na posição social. Falantes de RP podem ser considerados esnobes e arrogantes.

O clip da BBC, “Why people change the way they speak”, http://www.bbc.co.uk/news/uk-22183566, examina casos muito interessantes de ingleses famosos que mudaram sua maneira de falar. Começa com o exemplo de David Beckham. Numa entrevista uns quinze anos atrás, ele tinha um sotaque forte Cockney, mas, como agora ele é chique, e grande amigo de Tom Cruise e do Príncipe William, e tornou-se um tipo de embaixador esportivo da Inglaterra, modificou o seu sotaque bastante, incorporando vários elementos da RP, pronunciando o “th”, os consoantes no final das palavras, e abrindo mais a boca. Também, sua esposa, Victoria Beckham, Posh (Chique) Spice, que vem de uma família abastada, deve ter ajudado. Para Emma Serlin, Diretora do Ateliê da Pronúncia de Londres, ele agora cria uma impressão muito melhor.

O contrário aconteceu com Tony Blair, ex-líder do Labour Party da Inglaterra. Blair tinha um forte sotaque RP, bastante semelhante ao de Margaret Thatcher, quem, quando entrou na política, perdeu seu sotaque no norte de Inglaterra para falar RP. Mas Tony Blair fez o contrário e incorporou elementos do sotaque do sudeste de Inglaterra. Claro, o líder do Partido Trabalhista não queria alienar seu apoio natural da classe operária.

O clip mostra o mesmo fenômeno com o Príncipe William. Talvez ele pensa que se a família real quer continuar mantendo um elo próximo com o povo britânico, seria bom falar como a maior dele, e o especialista em sotaques, Peter York, diz que os Sloane Rangers, uma tribo de jovens da alta classe em Londres, incluindo vários membros com sangue azul, já não têm um sotaque RP tão forte.
Também Mick Jagger, de uma família da classe media de Londres, e ex-aluno da London School of Economics, fala bastante posh no clip de 1967. Mas parece estranho que o grande cantor de rock e representante da rebeldia da geração jovem fale bastante semelhante à Margaret Thatcher! Então o clip mais recente mostra que ele perdeu bastante do sotaque RP, por exemplo, usando o glottal stop, a não pronúncia do “t” no meio da palavra.

Mas tal política pode parecer muito falsa e condescendente. O final do clip mostra o atual Ministro das Finanças do Partido Conservador George Osborne, que, para aparentar um “homen do povo”, modificou seu sotaque RP, até perdendo os “h”s, a aspiração no começo da palavra.

Como mencionei em blogs anteriores, cresci numa família operária de Birmingham. Todos falávamos Brummie, pronunciando “nice”, “noice”; “five” “foive”; e “eight” “ait”. Mas, com onze anos, ganhei uma bolsa para o colégio de maior prestígio de Birmingham, King Edwards School, onde a maioria dos meninos eram filhos de médicos, advogados e professores. Por um tipo de osmose, sem fazer a menos tentativa, meu sotaque mudou mais próximo à RP, e agora a minha Aunt Elsie pensa que falo como o Príncipe Charles!

 

John Milton é professor de Literatura Inglesa e Estudos da Tradução na USP. Ele acaba de lançar Viagem à Turquia, Balcãs e Egito pela Editora Hedra.